terça-feira, 12 de março de 2019
terça-feira, 4 de setembro de 2018
FORMAÇÃO CONTINUADA PROFESSORES(AS) DE BIBLIOTECA
FORMAÇÃO CONTINUADA PROFESSORES(AS) DE BIBLIOTECA
TEMA: Criação
de cenários para mediação de obras literárias
Data: 13 de setembro/2018
Local: EFER - Escola de
Formação de Educadores do Recife Professor Paulo Freire.
Turno: Manhã, tarde e
noite.
Carga horária: 4h.
Os(as) Professores(as) deverão
participar no horário em que exercem a função de professor(a) de biblioteca na
unidade de ensino.
Ofício Circular n.º 270/2018 – GESTOREMREDE/SEDUC Recife, 21 de agosto de 2018.
Senhores
GESTORES E COORDENADORES PEDAGÓGICOS DAS UNIDADES
EDUCACIONAIS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE
Convidamos gestores, vice-gestores, coordenadores pedagógicos,
professores da Educação Infantil, dos Anos Iniciais e Finais do Ensino
Fundamental, da Educação de Jovens e Adultos e de Biblioteca, para a formação
pedagógica do mês de SETEMBRO que
será realizadaconforme calendário a seguir. Com essa formação,
daremos continuidade ao Ciclo Aprofundado de Temáticas
(enviado como anexo do Ofício Circular n.º 48/2018 – GESTOREMREDE/SEDUC).
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Professores
de Biblioteca
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Temática
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Data
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Horário
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Local
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Criação de Cenário para mediação de Obras
Literárias
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13/09/2018
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8h –
12h ou
13h30min
– 17h30min ou
18h40min
– 22h
(dependendo do horário de lotação)
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Local: EFER Profº Paulo Freire
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quinta-feira, 5 de julho de 2018
Memória formação junho - 2018 Trabalhos realizados pelos(as) professores (as) de Biblioteca do PMBFL
Histórias em quadrinhos na educação e diálogos com a
literatura
Trabalhos realizados pelos(as) professores (as) de Biblioteca do
PMBFL: uma releitura em HQ do poema Quadrilha.
Quadrilha
Carlos Drummond de Andrade
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Formação para Professores(as) de Biblioteca PMBFL
Dia: 28/06/2018
Local: Centro
Paulo Freire/Madalena
Tema: “História
em Quadrinhos na Educação e diálogos com a Literatura”
Formadora: Joane Leôncio
Doutora em Teoria da Literatura – UFPE
Doutora em Teoria da Literatura – UFPE
Instituto
Federal de Pernambuco - IFPE, através do PIBEX, em parceria com o Núcleo de
Estudos de Literatura e Intersemiose -NELI da Universidade Federal de
Pernambuco - UFPE.
quarta-feira, 13 de junho de 2018
Sugestões de leituras para Ciclo Junino
Uma noite para João e outros poemas leva o
leitor para a atmosfera das festas populares, da poesia, da sensibilidade e
força de um menino que vem para anunciar um caminho, da criança que brinca,
sonha e transforma, do amor de mãe que acalenta com doces canções de ninar os
receios de seu filho.
Dos dias de hoje rumo às lendas do imaginário popular, vamos
conhecer uma infância que a invenção particular do poeta pode fazer, abrindo
uma noite de sonhos com João ainda no ventre de sua mãe e depois nos primeiros
passos sob à luz do mundo.Com um lirismo ao modo das canções de ninar, na segunda parte
do livro, aparecem outras histórias falando de brincadeiras, vento e pássaros,
medos, alegrias e milagres. São lembranças de outros meninos, mas igualmente
protegidos pela voz da esperança de suas mães e pais. O livro é composto de 15 poemas inspirados em personagens
históricos do cristianismo e lendas de santos medievais. Os textos podem ser
classificados como acalantos, parlendas ou lengalenga, poemas narrativos
anedóticos. Cada poema é feito uma canção, um quadro, contendo uma pequena
narrativa. Desta maneira, o público poderá ser o mais variado possível. As ilustrações delicadas e sensíveis transmitem bem o clima
de festa e os símbolos que permeiam os poemas.
https://www.paulinas.org.br/loja/uma-noite-para-joao-e-outros-poemas
O 'Poema do Milho', de Cora Coralina é
apresentado com as ilustrações de Lélis. Todo o ciclo do milho é descrito na
métrica impecável e encantadora da doce poeta de Goiás.
Depois de trabalhar a terra e plantar as sementes, nada mais alegre do
que colher os frutos. As festas juninas brasileiras, principalmente no
Nordeste, celebram a prosperidade e a fartura das colheitas. Bandeira de São
João, de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima, conta, em uma narrativa simples
e metafórica, a história do desaparecimento do sol, que se escondeu deixando a
terra escura e triste.
O Noivo e a Noiva iam se casar à luz de uma fogueira, mas se perdem. A Boneca de Milho não amadurece em espiga e o pássaro Uanari não canta mais. Só há uma maneira de trazer a alegria de volta, realizar o casamento e dançar uma quadrilha, achando o sol. Os personagens passam por várias provas nessa busca, sem perder a coragem e o sonho.
Bandeira de São João fala de amadurecimento e dos obstáculos que cada indivíduo deve superar para viver melhor. Baseada em brincadeiras populares da região nordeste, os autores criaram uma peça teatral divertida e cheia de sabedoria, que, mesmo com a aparência infantojuvenil, é escrita para todas as idades.
O Noivo e a Noiva iam se casar à luz de uma fogueira, mas se perdem. A Boneca de Milho não amadurece em espiga e o pássaro Uanari não canta mais. Só há uma maneira de trazer a alegria de volta, realizar o casamento e dançar uma quadrilha, achando o sol. Os personagens passam por várias provas nessa busca, sem perder a coragem e o sonho.
Bandeira de São João fala de amadurecimento e dos obstáculos que cada indivíduo deve superar para viver melhor. Baseada em brincadeiras populares da região nordeste, os autores criaram uma peça teatral divertida e cheia de sabedoria, que, mesmo com a aparência infantojuvenil, é escrita para todas as idades.
Neste trabalho, a capacidade criadora ou
documental torna-se mais abrangente, porque consegue fazer com que todo o
material seja tratado com igual qualidade. Sem exibicionismo, Jessier Quirino
nunca se exibe - naquele sentido do vulgar ou do chulo - e, por isso, é tão
sério e tão firme". (Raimundo Carrero) "A poesia de Jessier Quirino é como um retrato em branco e preto. Não! Na verdade a poesia de
Jessier Quirino é como uma xilogravura que, na simplicidade do preto no branco,
guarda a mágica de fazer cada um enxergar as cores mais bonitas colorindo a
cena retratada à perfeição do seu gosto". (Gilberto Braga)
https://www.estantevirtual.com.br/livros/jessier-quirino/bandeira-nordestina/763553719
Sugestões de livros Junho/2018 - COPA DO MUNDO
A decisão do campeonato é um livro inteirinho sobre futebol, o
esporte nacional. Nele, o leitor fica conhecendo o Catapimba, que tinha esse
nome porque, sempre que pegava na bola, driblava, chutava e — catapimba! —
fazia gol. Ele era o centroavante do Estrela-D’Alva Futebol Clube. É verdade
que não marcava de bicicleta como o Beto, mas mesmo assim diziam que o
Catapimba era o melhor jogador do time.
Essa é a história do último jogo do campeonato, que foi
disputadíssimo e cheio de surpresas (e muitas risadas), com Armandinho de juiz
e todo o pessoal da série “A Turma da Nossa Rua” suando a camisa para tenta.
http://www.ruthrocha.com.br/livro/a-decisao-do-campeonato
Como sugere o título do livro, esta
narrativa está centrada numa paixão que é a mesma de muitos meninos: o futebol.
Luiz, o menino sem irmãos, espalhava na mesa da sala seus times de futebol de
botão e, com a força da imaginação, representava todos os papéis necessários a
uma grande partida. No início, queria ser centroavante, mas um dia descobriu
que tinha vocação para goleiro. O livro conta essa passagem. E conta também
como um pediatra quase aniquila a carreira de um promissor futebolista.
Ao mesmo tempo, Luiz Schwarcz narra passagens da história de
seus avós e seus pais, que, como tantas famílias judaicas, vieram para a
América fugindo do nazismo. Ele explica esse entrelaçamento temático:
"Neste livro eles [os pais e avós] foram os meus jogadores de botão. Com a
diferença de que eu não os comandava. Sua vida e a minha memória ditaram o
ritmo do jogo".
https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=40139
Conhecido pela alcunha de Cerca-Frango, o
goleiro Bilô-Bilô era de uma incompetência espantosa debaixo das traves. Jogava
num time fuleiro e, já no começo da carreira, colecionava os apelidos mais
vexaminosos: Mão-Furada, Mão-Podre, Rei-do-Galinheiro. A bola Fura-Redes, por
sua vez, era a alegria dos artilheiros. Fazia gols olímpicos, de efeito, de letra, de placa, de bicicleta, de folha-seca. Seus apelidos
eram enaltecedores: Esfera Mágica, Goleadora Genial, Pelota Invencível e
Redonda Infernal. Ela estava no auge, cotada até para ser a bola oficial da
Copa do Mundo. Acontece que Fura-Redes se apaixona pelo frangueiro Bilô-Bilô e
passa a fazer de tudo para cair nos braços do amado. O desastrado goleiro
conhece então a glória dos estádios e se torna o ovacionado Pega-Tudo. No dia
da partida em que o Rei do Futebol poderia marcar seu milésimo gol, Fura-Redes
se encontra num dilema: seu grande amor, o agora Pega-Tudo, está justo na meta
adversária. Terá ela a ousadia de impedir o milésimo gol do Rei do Futebol para
aninhar-se nos braços do amado? Nesta narrativa infantil, a imparcial
Fura-Redes - inimiga número um do zero a zero - acaba se apaixonando justamente
por Bilô-Bilô, um goleiro que vivia às turras com as bolas mas que se deixa
encantar pela generosa pelota. Com bom humor e romantismo, A bola e o goleiro
mostra que dois seres com vocações opostas podem reconhecer a beleza de quem é
diferente - e até se deixar conquistar por isso.
https://www.estantevirtual.com.br/livros/jorge-amado/a-bola-e-o-goleiro/1401675985
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