terça-feira, 4 de setembro de 2018

FORMAÇÃO CONTINUADA PROFESSORES(AS) DE BIBLIOTECA


FORMAÇÃO CONTINUADA PROFESSORES(AS) DE BIBLIOTECA

TEMA: Criação de cenários para mediação de obras literárias

Data: 13 de setembro/2018
Local: EFER - Escola de Formação de Educadores do Recife Professor Paulo Freire.
Turno: Manhã, tarde e noite.
Carga horária: 4h.
Os(as) Professores(as) deverão participar no horário em que exercem a função de professor(a) de biblioteca na unidade de ensino.


Ofício Circular n.º 270/2018 – GESTOREMREDE/SEDUC       Recife, 21 de agosto de 2018.
 Senhores
GESTORES E COORDENADORES PEDAGÓGICOS DAS UNIDADES EDUCACIONAIS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE
 Convidamos gestores, vice-gestores, coordenadores pedagógicos, professores da Educação Infantil, dos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, da Educação de Jovens e Adultos e de Biblioteca, para a formação pedagógica do mês de SETEMBRO que será realizadaconforme calendário a seguir. Com essa formação, daremos continuidade ao Ciclo Aprofundado de Temáticas (enviado como anexo do Ofício Circular n.º 48/2018 – GESTOREMREDE/SEDUC).

 Professores de Biblioteca
Temática
Data
Horário
Local
Criação de Cenário para mediação de Obras Literárias
13/09/2018
8h – 12h ou
13h30min – 17h30min ou
18h40min – 22h
(dependendo do horário de lotação)
Local: EFER Profº Paulo Freire


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Memória formação junho - 2018 Trabalhos realizados pelos(as) professores (as) de Biblioteca do PMBFL


Histórias em quadrinhos na educação e diálogos com a literatura
Trabalhos realizados pelos(as) professores (as) de Biblioteca do PMBFL: uma releitura em HQ do poema Quadrilha.



Quadrilha
Carlos Drummond de Andrade

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.


















quinta-feira, 14 de junho de 2018


Formação para Professores(as) de Biblioteca PMBFL
Dia: 28/06/2018
Local:  Centro Paulo Freire/Madalena
Tema:  “História em Quadrinhos na Educação e diálogos com a Literatura”
Formadora: Joane Leôncio
Doutora em Teoria da Literatura – UFPE
Instituto Federal de Pernambuco - IFPE, através do PIBEX, em parceria com o Núcleo de Estudos de Literatura e Intersemiose -NELI da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Sugestões de leituras para Ciclo Junino




Uma noite para João e outros poemas leva o leitor para a atmosfera das festas populares, da poesia, da sensibilidade e força de um menino que vem para anunciar um caminho, da criança que brinca, sonha e transforma, do amor de mãe que acalenta com doces canções de ninar os receios de seu filho. 
Dos dias de hoje rumo às lendas do imaginário popular, vamos conhecer uma infância que a invenção particular do poeta pode fazer, abrindo uma noite de sonhos com João ainda no ventre de sua mãe e depois nos primeiros passos sob à luz do mundo.Com um lirismo ao modo das canções de ninar, na segunda parte do livro, aparecem outras histórias falando de brincadeiras, vento e pássaros, medos, alegrias e milagres. São lembranças de outros meninos, mas igualmente protegidos pela voz da esperança de suas mães e pais. O livro é composto de 15 poemas inspirados em personagens históricos do cristianismo e lendas de santos medievais. Os textos podem ser classificados como acalantos, parlendas ou lengalenga, poemas narrativos anedóticos. Cada poema é feito uma canção, um quadro, contendo uma pequena narrativa. Desta maneira, o público poderá ser o mais variado possível. As ilustrações delicadas e sensíveis transmitem bem o clima de festa e os símbolos que permeiam os poemas.



https://www.paulinas.org.br/loja/uma-noite-para-joao-e-outros-poemas






O 'Poema do Milho', de Cora Coralina é apresentado com as ilustrações de Lélis. Todo o ciclo do milho é descrito na métrica impecável e encantadora da doce poeta de Goiás.





Depois de trabalhar a terra e plantar as sementes, nada mais alegre do que colher os frutos. As festas juninas brasileiras, principalmente no Nordeste, celebram a prosperidade e a fartura das colheitas. Bandeira de São João, de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima, conta, em uma narrativa simples e metafórica, a história do desaparecimento do sol, que se escondeu deixando a terra escura e triste.
O Noivo e a Noiva iam se casar à luz de uma fogueira, mas se perdem. A Boneca de Milho não amadurece em espiga e o pássaro Uanari não canta mais. Só há uma maneira de trazer a alegria de volta, realizar o casamento e dançar uma quadrilha, achando o sol. Os personagens passam por várias provas nessa busca, sem perder a coragem e o sonho.

Bandeira de São João fala de amadurecimento e dos obstáculos que cada indivíduo deve superar para viver melhor. Baseada em brincadeiras populares da região nordeste, os autores criaram uma peça teatral divertida e cheia de sabedoria, que, mesmo com a aparência infantojuvenil, é escrita para todas as idades.







Neste trabalho, a capacidade criadora ou documental torna-se mais abrangente, porque consegue fazer com que todo o material seja tratado com igual qualidade. Sem exibicionismo, Jessier Quirino nunca se exibe - naquele sentido do vulgar ou do chulo - e, por isso, é tão sério e tão firme". (Raimundo Carrero) "A poesia de Jessier Quirino é como um retrato em branco e preto. Não! Na verdade a poesia de Jessier Quirino é como uma xilogravura que, na simplicidade do preto no branco, guarda a mágica de fazer cada um enxergar as cores mais bonitas colorindo a cena retratada à perfeição do seu gosto". (Gilberto Braga)
https://www.estantevirtual.com.br/livros/jessier-quirino/bandeira-nordestina/763553719



Sugestões de livros Junho/2018 - COPA DO MUNDO



A decisão do campeonato é um livro inteirinho sobre futebol, o esporte nacional. Nele, o leitor fica conhecendo o Catapimba, que tinha esse nome porque, sempre que pegava na bola, driblava, chutava e — catapimba! — fazia gol. Ele era o centroavante do Estrela-D’Alva Futebol Clube. É verdade que não marcava de bicicleta como o Beto, mas mesmo assim diziam que o Catapimba era o melhor jogador do time.


Essa é a história do último jogo do campeonato, que foi disputadíssimo e cheio de surpresas (e muitas risadas), com Armandinho de juiz e todo o pessoal da série “A Turma da Nossa Rua” suando a camisa para tenta.




http://www.ruthrocha.com.br/livro/a-decisao-do-campeonato








Como sugere o título do livro, esta narrativa está centrada numa paixão que é a mesma de muitos meninos: o futebol. Luiz, o menino sem irmãos, espalhava na mesa da sala seus times de futebol de botão e, com a força da imaginação, representava todos os papéis necessários a uma grande partida. No início, queria ser centroavante, mas um dia descobriu que tinha vocação para goleiro. O livro conta essa passagem. E conta também como um pediatra quase aniquila a carreira de um promissor futebolista.
Ao mesmo tempo, Luiz Schwarcz narra passagens da história de seus avós e seus pais, que, como tantas famílias judaicas, vieram para a América fugindo do nazismo. Ele explica esse entrelaçamento temático: "Neste livro eles [os pais e avós] foram os meus jogadores de botão. Com a diferença de que eu não os comandava. Sua vida e a minha memória ditaram o ritmo do jogo".

https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=40139



Conhecido pela alcunha de Cerca-Frango, o goleiro Bilô-Bilô era de uma incompetência espantosa debaixo das traves. Jogava num time fuleiro e, já no começo da carreira, colecionava os apelidos mais vexaminosos: Mão-Furada, Mão-Podre, Rei-do-Galinheiro. A bola Fura-Redes, por sua vez, era a alegria dos artilheiros. Fazia gols olímpicos, de efeito, de letra, de placa, de bicicleta, de folha-seca. Seus apelidos eram enaltecedores: Esfera Mágica, Goleadora Genial, Pelota Invencível e Redonda Infernal. Ela estava no auge, cotada até para ser a bola oficial da Copa do Mundo. Acontece que Fura-Redes se apaixona pelo frangueiro Bilô-Bilô e passa a fazer de tudo para cair nos braços do amado. O desastrado goleiro conhece então a glória dos estádios e se torna o ovacionado Pega-Tudo. No dia da partida em que o Rei do Futebol poderia marcar seu milésimo gol, Fura-Redes se encontra num dilema: seu grande amor, o agora Pega-Tudo, está justo na meta adversária. Terá ela a ousadia de impedir o milésimo gol do Rei do Futebol para aninhar-se nos braços do amado? Nesta narrativa infantil, a imparcial Fura-Redes - inimiga número um do zero a zero - acaba se apaixonando justamente por Bilô-Bilô, um goleiro que vivia às turras com as bolas mas que se deixa encantar pela generosa pelota. Com bom humor e romantismo, A bola e o goleiro mostra que dois seres com vocações opostas podem reconhecer a beleza de quem é diferente - e até se deixar conquistar por isso. 

https://www.estantevirtual.com.br/livros/jorge-amado/a-bola-e-o-goleiro/1401675985

Biblioteca da Escola Almirante Soares Dutra requalificada com atividade de contação de história, hoje em Recife-PE