quinta-feira, 14 de junho de 2018


Formação para Professores(as) de Biblioteca PMBFL
Dia: 28/06/2018
Local:  Centro Paulo Freire/Madalena
Tema:  “História em Quadrinhos na Educação e diálogos com a Literatura”
Formadora: Joane Leôncio
Doutora em Teoria da Literatura – UFPE
Instituto Federal de Pernambuco - IFPE, através do PIBEX, em parceria com o Núcleo de Estudos de Literatura e Intersemiose -NELI da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Sugestões de leituras para Ciclo Junino




Uma noite para João e outros poemas leva o leitor para a atmosfera das festas populares, da poesia, da sensibilidade e força de um menino que vem para anunciar um caminho, da criança que brinca, sonha e transforma, do amor de mãe que acalenta com doces canções de ninar os receios de seu filho. 
Dos dias de hoje rumo às lendas do imaginário popular, vamos conhecer uma infância que a invenção particular do poeta pode fazer, abrindo uma noite de sonhos com João ainda no ventre de sua mãe e depois nos primeiros passos sob à luz do mundo.Com um lirismo ao modo das canções de ninar, na segunda parte do livro, aparecem outras histórias falando de brincadeiras, vento e pássaros, medos, alegrias e milagres. São lembranças de outros meninos, mas igualmente protegidos pela voz da esperança de suas mães e pais. O livro é composto de 15 poemas inspirados em personagens históricos do cristianismo e lendas de santos medievais. Os textos podem ser classificados como acalantos, parlendas ou lengalenga, poemas narrativos anedóticos. Cada poema é feito uma canção, um quadro, contendo uma pequena narrativa. Desta maneira, o público poderá ser o mais variado possível. As ilustrações delicadas e sensíveis transmitem bem o clima de festa e os símbolos que permeiam os poemas.



https://www.paulinas.org.br/loja/uma-noite-para-joao-e-outros-poemas






O 'Poema do Milho', de Cora Coralina é apresentado com as ilustrações de Lélis. Todo o ciclo do milho é descrito na métrica impecável e encantadora da doce poeta de Goiás.





Depois de trabalhar a terra e plantar as sementes, nada mais alegre do que colher os frutos. As festas juninas brasileiras, principalmente no Nordeste, celebram a prosperidade e a fartura das colheitas. Bandeira de São João, de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima, conta, em uma narrativa simples e metafórica, a história do desaparecimento do sol, que se escondeu deixando a terra escura e triste.
O Noivo e a Noiva iam se casar à luz de uma fogueira, mas se perdem. A Boneca de Milho não amadurece em espiga e o pássaro Uanari não canta mais. Só há uma maneira de trazer a alegria de volta, realizar o casamento e dançar uma quadrilha, achando o sol. Os personagens passam por várias provas nessa busca, sem perder a coragem e o sonho.

Bandeira de São João fala de amadurecimento e dos obstáculos que cada indivíduo deve superar para viver melhor. Baseada em brincadeiras populares da região nordeste, os autores criaram uma peça teatral divertida e cheia de sabedoria, que, mesmo com a aparência infantojuvenil, é escrita para todas as idades.







Neste trabalho, a capacidade criadora ou documental torna-se mais abrangente, porque consegue fazer com que todo o material seja tratado com igual qualidade. Sem exibicionismo, Jessier Quirino nunca se exibe - naquele sentido do vulgar ou do chulo - e, por isso, é tão sério e tão firme". (Raimundo Carrero) "A poesia de Jessier Quirino é como um retrato em branco e preto. Não! Na verdade a poesia de Jessier Quirino é como uma xilogravura que, na simplicidade do preto no branco, guarda a mágica de fazer cada um enxergar as cores mais bonitas colorindo a cena retratada à perfeição do seu gosto". (Gilberto Braga)
https://www.estantevirtual.com.br/livros/jessier-quirino/bandeira-nordestina/763553719



Sugestões de livros Junho/2018 - COPA DO MUNDO



A decisão do campeonato é um livro inteirinho sobre futebol, o esporte nacional. Nele, o leitor fica conhecendo o Catapimba, que tinha esse nome porque, sempre que pegava na bola, driblava, chutava e — catapimba! — fazia gol. Ele era o centroavante do Estrela-D’Alva Futebol Clube. É verdade que não marcava de bicicleta como o Beto, mas mesmo assim diziam que o Catapimba era o melhor jogador do time.


Essa é a história do último jogo do campeonato, que foi disputadíssimo e cheio de surpresas (e muitas risadas), com Armandinho de juiz e todo o pessoal da série “A Turma da Nossa Rua” suando a camisa para tenta.




http://www.ruthrocha.com.br/livro/a-decisao-do-campeonato








Como sugere o título do livro, esta narrativa está centrada numa paixão que é a mesma de muitos meninos: o futebol. Luiz, o menino sem irmãos, espalhava na mesa da sala seus times de futebol de botão e, com a força da imaginação, representava todos os papéis necessários a uma grande partida. No início, queria ser centroavante, mas um dia descobriu que tinha vocação para goleiro. O livro conta essa passagem. E conta também como um pediatra quase aniquila a carreira de um promissor futebolista.
Ao mesmo tempo, Luiz Schwarcz narra passagens da história de seus avós e seus pais, que, como tantas famílias judaicas, vieram para a América fugindo do nazismo. Ele explica esse entrelaçamento temático: "Neste livro eles [os pais e avós] foram os meus jogadores de botão. Com a diferença de que eu não os comandava. Sua vida e a minha memória ditaram o ritmo do jogo".

https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=40139



Conhecido pela alcunha de Cerca-Frango, o goleiro Bilô-Bilô era de uma incompetência espantosa debaixo das traves. Jogava num time fuleiro e, já no começo da carreira, colecionava os apelidos mais vexaminosos: Mão-Furada, Mão-Podre, Rei-do-Galinheiro. A bola Fura-Redes, por sua vez, era a alegria dos artilheiros. Fazia gols olímpicos, de efeito, de letra, de placa, de bicicleta, de folha-seca. Seus apelidos eram enaltecedores: Esfera Mágica, Goleadora Genial, Pelota Invencível e Redonda Infernal. Ela estava no auge, cotada até para ser a bola oficial da Copa do Mundo. Acontece que Fura-Redes se apaixona pelo frangueiro Bilô-Bilô e passa a fazer de tudo para cair nos braços do amado. O desastrado goleiro conhece então a glória dos estádios e se torna o ovacionado Pega-Tudo. No dia da partida em que o Rei do Futebol poderia marcar seu milésimo gol, Fura-Redes se encontra num dilema: seu grande amor, o agora Pega-Tudo, está justo na meta adversária. Terá ela a ousadia de impedir o milésimo gol do Rei do Futebol para aninhar-se nos braços do amado? Nesta narrativa infantil, a imparcial Fura-Redes - inimiga número um do zero a zero - acaba se apaixonando justamente por Bilô-Bilô, um goleiro que vivia às turras com as bolas mas que se deixa encantar pela generosa pelota. Com bom humor e romantismo, A bola e o goleiro mostra que dois seres com vocações opostas podem reconhecer a beleza de quem é diferente - e até se deixar conquistar por isso. 

https://www.estantevirtual.com.br/livros/jorge-amado/a-bola-e-o-goleiro/1401675985

Biblioteca da Escola Almirante Soares Dutra requalificada com atividade de contação de história, hoje em Recife-PE